Quarta-feira, Setembro 29
[Direto do túnel do tempo...]
Há um ano, a vida tava tão mais colorida...
O Nosso Amor A Gente Inventa
Cazuza
O teu amor é uma mentira
Que a minha vaidade quer
E o meu poesia de cego
Você não pode ver
Não pode ver que no
meu mundo
Um troço qualquer morreu
Num corte lento e profundo
Entre você e eu
O nosso amor a gente inventa
Pra se distrair
E quando acaba a gente pensa
Que ele nunca existiu
ps: e SÓ por isso, hoje não tem figurinha! :-(
posted by MARCELA_SININHO |
11:46 PM
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Terça-feira, Setembro 21
[PRIMA VERA]
A Primavera iniciará às 13:30h do dia 22 de setembro de 2004.
Com a chegada da nova estação, há uma mudança no regime de chuvas e temperaturas na maior parte do Brasil.
Nas Regiões Centro-Oeste e Sudeste, as chuvas passam a ser mais freqüentes, marcando o período de transição entre a estação seca e a estação chuvosa.
Outro fato interessante é a ocorrência de pancadas de chuva nos períodos tarde e noite.
Na Região Sul, não são observadas grandes mudanças nos totais mensais de chuva, já que o regime de chuvas ao longo de todo o ano é quase uniforme.
No trimestre setembro, outubro e novembro, a maior parte da Região Nordeste encontra-se na sua estação seca, exceto no sul dos Estados do Piauí, Maranhão e no oeste da Bahia.
No centro-sul da Região Norte, o período chuvoso inicia-se nos meses de outubro e novembro.
Na primavera, as temperaturas aumentam gradativamente nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
Contudo, ainda pode ocorrer incursão de massas de ar frio nos meses de setembro e outubro, causando declínio da temperatura, ocorrências de geadas, podendo, em situações extremas, ser observado precipitação de neve nas áreas serranas da Região Sul.
Nas Regiões Norte e Nordeste do Brasil, há pouca variação de temperatura ao longo do ano.
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Uns poeminhas em homenagem à PrimaVera
A Primavera.
Vinícius de Moraes / Carlos Lyra
O meu amor sozinho
É assim como um jardim sem flor,
Só queria poder ir dizer a ela
Como é triste se sentir saudade.
É que eu gosto tanto dela,
Que é capaz dela gostar de mim,
Acontece que eu estou mais longe dela
Do que a estrela a reluzir na tarde.
Estrela, eu lhe diria,
Desce à terra, o amor existe
E a poesia
Só espera ver
Nascer a primavera
Para não morrer.
Não há amor sozinho,
É juntinho que ele fica bom,
Eu queria dar-lhe todo o meu carinho,
Eu queria ter felicidade.
É que o meu amor é tanto,
Um encanto que não tem mais fim,
No entanto ela não sabe que isso existe...
É tão triste se sentir saudade,
Amor, eu lhe direi,
Amor que eu tanto procurei,
Ah! quem me dera eu pudesse ser
A tua primavera
E depois morrer.
Primavera
Cassiano e Sílvio Rochael
Quando o inverno chegar
Eu quero estar junto a ti
Pode o outono voltar
Que eu quero estar junto a ti
E é primavera, te amo
É primavera, te amo meu amor
Trago esta rosa
Para te dar
Meu amor
Hoje o céu está tão lindo
Vai chuva
posted by MARCELA_SININHO |
9:12 PM
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Segunda-feira, Setembro 13
[cantado - quase - ao pé do ouvido...]
LOBO BOBO
Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli
Era uma vez um lobo mau
Que resolveu jantar alguém
Estava sem vintém , mas arriscou
E logo se estrepou
Um Chapeuzinho de maiô
Ouviu buzina e não parou
Mas Lobo Mau insiste e faz cara de triste
Mas Chapeuzinho ouviu os conselhos da vovó
Dizer que não pra lobo, que com lobo não sai só
Lobo canta, pede, promete tudo até amor
E diz que fraco de lobo é ver um Chapeuzinho de maiô
Mas Chapeuzinho percebeu
Que Lobo Mau se derreteu
Pra ver você que lobo também faz papel de bobo
Só posso lhes dizer, Chapeuzinho agora traz
Um lobo na coleira que não janta nunca mais
Lobo bobo, uuuuh!
Não é maravilhoso?!?

posted by MARCELA_SININHO |
7:40 PM
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Sábado, Setembro 4
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, Você?
Você que é sem nome,
que zomba dos outros,
Você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?
E agora, José?
sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio, - e agora?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse,
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse....
Mas você não morre,
você é duro, José!
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja do galope,
você marcha, José!
José, para onde?
Carlos Drummond de Andrade
posted by MARCELA_SININHO |
3:43 PM
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Quinta-feira, Setembro 2
[olha isso ...]
A Cidade virtual
posted by MARCELA_SININHO |
9:59 AM
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